Homem surta em academia e internet responde com homofobia
Aluno teria ido duas vezes ao local e agredido funcionários e quebrado equipamentos
Viralizou nas redes sociais e páginas da imprensa agressão de um homem contra funcionários de uma academia e a destruição que ele causou no estabelecimento. Nos comentários, forte teor homofóbico.
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Jobson Marangoni de Castro teria adiantado R$ 1.300 a um personal da academia, que passou a se ausentar do trabalho por questões de saúde.
Na quarta-feira 7, ele foi ao local, na Rua Oscar Freire, em Pinheiros, bairro nobre da zona oeste de São Paulo, e foi informado pelo gerente Rubens Abrego Lourenço da Silva que a cobrança deveria ser feita diretamente com o profissional.
Jobson reagiu com agressividade e teria xingado uma funcionária e arremessado ao chão dois tablets e um notebook. Ao tentar intervir, Rubens foi agredido. Toda a ação foi filmada por uma funcionária.
Na manhã da quinta-feira 8, o aluno voltou ao local exigindo que as filmagens fossem apagadas. Logo depois, ele destruiu 14 espelhos e danificou dois computadores e uma televisão.
Ele também teria xingado os funcionários e ameaçado demiti-los, alegando ser empresário.
O caso foi registrado no 78º DP (Jardins).
Quase a totalidade de homens e mulheres que comentaram nas publicações que mostram as imagens foi sobre a suposta homossexualidade do suspeito.
"Nervosa! A peruca quase caiu!", escreveu uma seguidora da página SBT News no Instagram.
"O homem que ele ama o deixou por isso esse desespero todo", comentou outra.
"Essa coca está azeda", "Essa creatina é whey", "Vamos respeitar a tensão pré-menstrual da garota" e "Esse peida gala agora já deve mais que 1.300 reais" foram outros dos comentários, cada um com dezenas ou centenas de curtidas.








