Diretor criativo da Pixar, Pete Docter revelou que a identidade gay do protagonista de Elio foi cortada porque a empresa não queria expor o público infantil a temas que crianças não estariam prontas para ver e que ainda não discutiram com os pais.
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"Estamos fazendo filme, não centenas de milhões de dólares em terapia", justificou Docter ao The Wall Streeet Journal.
Lançada em junho de 2025, a animação acompanha a história de garoto tratado como estranho pelas outras crianças e que ao buscar amizade no espaço envolve-se numa aventura intergaláctica.
Fontes afirmaram a orgãos de imprensa que foram cortadas sequências que incluíam a exibição de uma bicicleta rosa do garoto e de um sonho de Elio com um futuro ao lado do menino por quem era apaixonado.
As mudanças na ideia original do filme levaram à saída do diretor Adrian Molina, abertamente gay. A animação acabou sendo tocada pelas cineastas Madeline Sharafian e Domee Shi, que fizeram mudanças substanciais.
O longa arrecadou US$ 150 milhões de bilheteria mundial, o que foi considerado pouco já que este valor foi praticamente o seu orçamento, sem contar os custos com marketing.